OSGÊMEOS / Vertigem Exposição dos gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo no CCBB do Rio até 24 de maio

A Permanência do InstávelExposição de 100 anos de Burle Marx até 19 de abril no Paço Imperial

Quase Carnaval Exposição de fotografias de Rogério Reis até 26 de Junho na Galeria de Arte Cláudia Spínola

FILE Rio 2009 Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de 10 de março até 19 de abril no Espaço Cultural Oi Futuro RJ

Sereia Lab Instalação Sonora em Escamas Sensoriais de Elen Nas até 3 de maio na Caixa Cultural do Rio


Cut Copy

Móveis Coloniais de Aracaju

Santigold

Little Joy

She and Him

Black Kids

Domingo, 21 de Junho de 2009

Design e o Amor


Love design é um projeto que explora a relação entre o design e sentimentos como afeto, desejo, prazer e romance, mas também a inveja a distância da separação e a dor, sentimentos relacionados ao amor. O projeto, organizado pelo estúdio Frances exquise design, materializa-se numa exposição e livro.

A direção de arte das peças de comunicação chama atenção pela sutileza com que tratam de um tema cheio de tabus. Apreciem sem moderação :)

alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349883381265144770" />


Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Um Sistema Divertido

Este projeto é resultado de uma demanda de comunicação do ONS, Operador Nacional do Sistema Elétrico - cliente que há três anos atendemos na área de consultoria em Marketing Cultural.

Desafio: apresentar ao público leigo o trabalho do ONS de forma leve e descontraída.

Através de uma linguagem lúdica, a vinheta instiga o espectador e representa a complexidade do sistema elétrico, mostrando como a atuação do ONS se faz presente no cotidiano de cada um e em todo o território brasileiro.

Vinheta Institucional ONS from Mbaraka on Vimeo.



A vinheta será veiculada junto aos projetos culturais incentivados pelo ONS. Dentre eles, o Festival de Cinema Infantil, que acontece anualmente em parceria com a rede Cinemark.

Cliente: ONS
Criação e roteiro: M’Baraká
Motion Design: M’Baraká
Prod. de áudio: Manga Jingle

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

U.F.O. de Peter Coffin

Uma multidão se reuniu na orla do Rio na noite deste sábado, para assistir à passagem do disco voador do artista contemporâneo americano Peter Coffin, especializado em intervenções urbanas. Por falta de autorização da Agência Nacional de Aviação (Anac), a obra 'Sem título (U.F.O.)' acabou tendo seu trajeto encurtado, o que frustrou muita gente.

Convidados a sacar máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou celulares para registrar a exibição e enviar o material para publicação no Eu-Repórter, leitores mandaram suas fotos.

Os melhores registros serão selecionados por um júri especial, do qual Coffin fará parte, para serem exibidos em julho, numa exposição multimídia no espaço cultural Oi Futuro, que será organizada com o apoio do Jornal O GLOBO. Em seguida, as imagens integrarão um catálogo que será distribuído ainda este ano no Brasil, Estados Unidos, França e Polônia. A proposta de Peter Coffin é tornar os cariocas coautores do seu trabalho, estendendo o processo de produção da obra de arte.

- O olhar do outro está presente na fotografia. Gosto de ver a minha obra pelos olhos do público também - explica Peter Coffin, que chegou sábado ao Rio para coordenar os trabalhos de montagem da escultura voadora.



O disco tem estrutura de alumínio e sete metros de diâmetro. Nele foram instalados 15 mil 'leds' que, durante o voo, projetarão desenhos e símbolos criados por Coffin. A obra pesa cerca de 800 quilos e foi transportada, a uma velocidade máxima de 190 km/h, por um helicóptero, ao qual foi presa por um cabo de aço com 50 metros de comprimento.



'Sem título (U.F.O.)' começou a ser montado na última segunda, no aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Coffin, que é representado pela Galeria Andrew Kreps, em Nova York, pela Emmanuel Perrotin, em Miami, e pela Herald Street, em Londres, mostrou sua obra mais detalhadamente em dois pontos da cidade: a Praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas, que serão sobrevoadas durante 20 e 15 minutos, respectivamente.



O projeto foi apresentado pela primeira vez em julho de 2008 na cidade de Gdansk, na Polônia. O artista foi convidado pela Open Art Projects a criar um trabalho para ser exibido num festival de artes na cidade, e causou espanto a cerca de 200 mil pessoas que assistiram ao sobrevoo. Para a apresentação em céu carioca, o OVNI ganhou mais iluminação.


* Matéria do Oglobo do dia 23/05

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

As fachadas enquanto tela - um pequeníssimo panorama

Esse post é dedicado aos grandes projetos de intervenção urbana que usam fachadas como suporte para seu material virtual.

Elegemos 3 trabalhos com propostas variadas e excelentes resultados, que esperamos servir a todos como inspiração.


Today Art Festival, La Haya – 2006
De Maxalot

No centro de La Haya, o magnífico ajuntamento branco do arquiteto Richard Meier funcionou como espaço de galeria pública quando dez dos melhores designers gráficos e ilustradores do mundo usaram as enormes superfícies brancas da estrutura como tela. Com uma tequinologia de projeção de ultima geração duas instalações que incorporavam alguns dos projetores mais potentes do mundo, iluminavam o edifício com as obras criadas especialmente para a ocasião e desenhadas para encaixar com os elementos do edifício e assim converter a praça central da cidade em um espaço de exposição durante as noites que durou o festival. A instalação projetava imagens de 32m x 32m. As imagens da fachada eram mudadas a cada 15 minutos, de forma que cada desenho era mostrado 4 vezes em dois dias. Para cada desenho foi criada uma imagem usando quatro potentes projetores Harware Xenon DHX de 7000w com objetivos Reichman de 220 MM, cada um com slides de 18cm x 18cm, projetados em ambos os lados do edifício

*Retirado do livro ENCUENTRO ENTRE ESPACIO Y ARTE



Rundle Latern, a esquina dos LEDs, Austrália - 2009

Esta ação foi criada a partir de 748 painéis iluminados por LEDs, cubrindo 9 andares do estacionamento da esquina da Rundle Street com a Pulteney Street, em Adelaide, Austrália.

Alimentados por energia solar, a instalação custou 2 milhões de dólares e acontece todos os dias de 20h a 00h exceto sextas e sábados quando acontece até as 2h. O design é assinado pela Fusion, agência de inovação.

*Retirado do blog da Elisava


Rundle Lantern Launch from Fusion on Vimeo.





Artists themes for iGoogle - 2008




Este projeto celebra o lançamento da novidade da Google, o artists themes for iGoogle (artistas que desenharam temas para personalizar o seu iGoogle). Na interseção entre a Litlle West 12th, a Ninth Avenue e a Gansevoort, A Obscura Digital, de São Francisco, foi responsável por projetar, nas fachadas dos prédios, imagens em movimento, do arquivo de artes da iGoogle, por três noites das 22h as 2h. As fachadas do St. Hotel Gansevoort, Pastis, Theory e Inn LW12 serviram como tela para os trabalhos de Jeff Koons, Michael Graves, Yves Behar e outros. Numa tenda da Google, erquida na Gansevoort Square, os passantes podiam brincar com as imagens da central de computadores. Os trabalhos incluídos no arquivo giram em torno da discussão de como cada artista vê as mudanças que a internet está causando na indústria.

*Adaptado do site thecoolhunter



Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Escada Animada da Louis Vuitton de Roma


Nos últimos anos a Louis Vuitton tem se destacado pelo seu esforço para incorporar uma arquitetura conceitual em cada uma de suas lojas, e para a nova loja de Roma, criaram, na entrada principal da loja, uma escada de tela de plasma que passa desde uma cascata de água até o padrão tradicional da Louis Vuitton.

O projeto foi desenhado pelo arquiteto Peter Marino.


outdoor interativo digital do MC'Donalds em Piccadilly Circus


Find more videos like this on AdGabber



Em Piccadilly Circus, em Londres, o McDonald's tem um outdoor virtual que estimula tanto a interatividade quanto o "marketing de guerrilha".

Brincando com o desejo irresistivel do ser humano de fingir interagir com coisas que não estão realmente alí, o outdoor apresenta, de forma ramdomica, coisas como guarda chuvas, bolas quicando e bolhas de pensamento. Tudo isso esperando que algum passante mais animado resolva se posicionar de forma que sua cabeça ou braços encaixem perfeitamente com a imagem para tirar uma fotografia espontânea.



* Retirado do Site www.thetrendwatch.com

Sábado, 16 de Maio de 2009

Pink Plonk. Lembra da caixinha de música?



Pink Ponk é o título da instalação criada por Chris O’Shea (designer Inglês) para o evento Transvision, idealizado com parte de um programa que visa integrar novas formas de arte à coleção do renomado Victoria and Albert em Londres.

O Coletivo Onedotzero foi convidado para assumir a curadoria do evento, integrando uma série de artistas no projeto Transvision (uma excelente abordagem para integrar à passado e presente no mundo da arte).



Plink Plonk from Chris O'Shea on Vimeo.



Com o desafio de preencher o antigo salão de música do museu (Norfolk Music Hall), Chris O’Shea propôs uma brincadeira que, como nos antigos salões de música do século 18, reunisse as pessoas para compartilhar experiências musicais. A escolha pelo uso das antigas caixinhas de música como suporte de interação é o que dá o tom poético para a mensagem do artista.

Pink Plonc é uma proposta interativa e colaborativa que respondeu muito bem ao desafio proposto pelo museu inglês, criando um sutil elo entre as experiências do passado e os anseios de interação do mundo contemporâneo. Pink Plonc funcionaria muito bem em diversos outros locais do nosso cotidiano.

Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

O Céu de Heathrow


A inauguração do Terminal 5 do Aeroporto Heathrow em Londres mostrou a importância da arte e da tecnologia como ferramenta de transformação de um ambiente, quando vários designers foram convocados a criar obras para compor partes da estrutura recém aberta na última primavera européia. Entre eles, os estúdios Troika, Christopher Pearson e El Ultimo Grito desenvolveram peças-chaves que acrescentam um novo significado ao ato de viajar, promovendo uma experiência diferenciada.


Cloud (nuvem) é o nome do trabalho de arte digital criado pela Troika para ocupar um dos espaços dos suntuosos lounges do Aeroporto de Heathrow em Londres. O chamativo objeto com forma de uma nuvem estilizada de 5 m de comprimento tem sua superfície coberta por 4638 “flip-dots” – discos com um lado prata e outro preto que se movem como em uma tabela de vôos dos terminais de aeroportos – controlados individualmente por um programa que altera sua aparência constantemente durante o dia (essa é a primeira escultura não-retangular que usa essa tecnologia). A obra se encontra pendurada no teto do átrio entre as escadas rolantes nos lounges.



Segundo os criadores da Troika, eles ficaram fascinados com a materialidade dos flip-dots (que foram comumente usados durante as décadas de 70 e 80 em aeorportos e estações de trem), com a forma que eles se movem de um lado para o outro e pelo som gerado por essas peças que remete, imediatamente, à idéia de viagem. Assim decidiram explorar esse potencial estético dentro do Cloud, que permite uma geração de ondas hipnotizante por simplesmente virar as peças para um lado e para o outro gradativamente, percorrendo toda a superfície do objeto.



O mesmo estúdio também foi responsável pelo display de 22m de comprimento chamado All the Time in The World (todo o tempo do mundo) que exibe vários horários de importantes locais ao redor do planeta, incluindo montanhas famosas (Everest, Fuji), museus mundialmente reconhecidos (Guggenheim, Louvre) e maravilhas naturais e construídas pelo homem (Grand Canyon, Taj Mahal). O horário local de Londres é exibido no centro em destaque e os outros horários estão dispostos de acordo com seus locais no mapa, o objeto reforça a idéia do relógio mundial que liga vários lugares do mundo e foge do redundante ao destacar locais mais diversificados do que as capitais mais importantes do planeta.



Já o estúdio Christopher Pearson criou a instalação Oak Seasons (temporadas de carvalhos) que consiste de seis telas de vidro com padronagens impressas a laser que descrevem o ciclo de crescimento dos carvalhos ingleses. Além das folhagens, é possível encontrar itens inusitados, tais como um semáforo entre as folhas, um balanço pendurado em um galho e uma folha que vai se transformando em um mapa de estrada. E o estúdio El Ultimo Grito desenvolveu o Kidzone, uma área que contem mobília colorida interativa e paredes magnetizadas coberta com figuras que permitem que as crianças possam brincar inventando histórias e personagens para passar o tempo de forma mais criativa.



Esse tipo de iniciativa permite explorar os ambientes de forma inteligente e com senso de humor e promove uma forma de interação diferente com as pessoas, aproveitando as características do próprio espaço para ir além e criar uma nova experiência.