OSGÊMEOS / Vertigem Exposição dos gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo no CCBB do Rio até 24 de maio

A Permanência do InstávelExposição de 100 anos de Burle Marx até 19 de abril no Paço Imperial

Quase Carnaval Exposição de fotografias de Rogério Reis até 26 de Junho na Galeria de Arte Cláudia Spínola

FILE Rio 2009 Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de 10 de março até 19 de abril no Espaço Cultural Oi Futuro RJ

Sereia Lab Instalação Sonora em Escamas Sensoriais de Elen Nas até 3 de maio na Caixa Cultural do Rio


Cut Copy

Móveis Coloniais de Aracaju

Santigold

Little Joy

She and Him

Black Kids

terça-feira, 1 de setembro de 2009

COPA FEST – 28 a 30 de agosto, Rio de Janeiro.









Três dias de música no Copacabana Palace que já deixam tanta saudade quanto o próprio Beco das Garrafas. Foram momentos memoráveis, desde a abertura com o jovem pianista David Feldman, que com seu trio acolheu o gaitista Gabriel Grossi, até o encerramento com o mestre Osmar Milito, que recebeu Paulinho Trompete, Zé Luis e os meninos-revelação da banda Magnética em uma grande festa. Merece destaque a performance do bateirista Rafael Barata, presença marcante no festival.








Ainda estão ecoando pelos salões do hotel os metais de Paulinho e Banda Sambop e o som original do Pagode Jazz Sardinha’s Club, que presenteou o público com uma versão swingada de “Na Glória”. Uma grata surpresa foram os arranjos de Zé Luis, nome que já tem lugar garantido no rol dos grandes arranjadores brasileiros. Já os tão esperados João Donato e Paulo Moura só fizeram reafirmar sua excelência musical com uma sutileza de gênios; mais pareciam dois meninos que se encontram toda semana para jogar bola. O Copa Fest agradece.






Além disso, o repertório apresentado pelo pessoal do Vinil é Arte agradou até os mais exigentes, que se aproximavam para ver e manusear as capas dos discos.

Cada detalhe foi bem cuidado. A cenografia, as projeções de videoarte, a luz e até mesmo uma instalação sonora que surpreendia o público nos banheiros do hotel.


Um evento completo, mais uma realização M’Baraká Experiências Relevantes, com patrocínio de Terna Participações. Logo logo já começaremos nossos “ensaios” para o Copa Fest 2010... Aguardem!



FICHA TÉCNICA DO EVENTO
Idealização - Bernardo Vilhena e Isabel Seixas

Direção Musical - Bernardo Vilhena e Carolina Rossman

Direção de Arte - M'Baraká Experiências Relevantes

Videoarte - Ana Manezes e Sol Galvão

Cenografia - Diogo Rezende e Patrícia Sobral (Paluana)

Realização - M'Baraká Experiências Relevantes

Iluminação - Fernanda Mantovani

Assessoria de Imprensa - Monica Ramalho e Patrícia Simões

"Déjà Vu (0 kHz)" [instalação sonora nos banheiros] - Joana Bergman


* nomes em itálico sinalizam membros da equipe M'Baraká Experiências Relevantes

domingo, 21 de junho de 2009

Design e o Amor


Love design é um projeto que explora a relação entre o design e sentimentos como afeto, desejo, prazer e romance, mas também a inveja a distância da separação e a dor, sentimentos relacionados ao amor. O projeto, organizado pelo estúdio Frances exquise design, materializa-se numa exposição e livro.

A direção de arte das peças de comunicação chama atenção pela sutileza com que tratam de um tema cheio de tabus. Apreciem sem moderação :)

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Um Sistema Divertido

Este projeto é resultado de uma demanda de comunicação do ONS, Operador Nacional do Sistema Elétrico - cliente que há três anos atendemos na área de consultoria em Marketing Cultural.

Desafio: apresentar ao público leigo o trabalho do ONS de forma leve e descontraída.

Através de uma linguagem lúdica, a vinheta instiga o espectador e representa a complexidade do sistema elétrico, mostrando como a atuação do ONS se faz presente no cotidiano de cada um e em todo o território brasileiro.

Vinheta Institucional ONS from Mbaraka on Vimeo.



A vinheta será veiculada junto aos projetos culturais incentivados pelo ONS. Dentre eles, o Festival de Cinema Infantil, que acontece anualmente em parceria com a rede Cinemark.

Cliente: ONS
Criação e roteiro: M’Baraká
Motion Design: M’Baraká
Prod. de áudio: Manga Jingle

quarta-feira, 27 de maio de 2009

U.F.O. de Peter Coffin

Uma multidão se reuniu na orla do Rio na noite deste sábado, para assistir à passagem do disco voador do artista contemporâneo americano Peter Coffin, especializado em intervenções urbanas. Por falta de autorização da Agência Nacional de Aviação (Anac), a obra 'Sem título (U.F.O.)' acabou tendo seu trajeto encurtado, o que frustrou muita gente.

Convidados a sacar máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou celulares para registrar a exibição e enviar o material para publicação no Eu-Repórter, leitores mandaram suas fotos.

Os melhores registros serão selecionados por um júri especial, do qual Coffin fará parte, para serem exibidos em julho, numa exposição multimídia no espaço cultural Oi Futuro, que será organizada com o apoio do Jornal O GLOBO. Em seguida, as imagens integrarão um catálogo que será distribuído ainda este ano no Brasil, Estados Unidos, França e Polônia. A proposta de Peter Coffin é tornar os cariocas coautores do seu trabalho, estendendo o processo de produção da obra de arte.

- O olhar do outro está presente na fotografia. Gosto de ver a minha obra pelos olhos do público também - explica Peter Coffin, que chegou sábado ao Rio para coordenar os trabalhos de montagem da escultura voadora.



O disco tem estrutura de alumínio e sete metros de diâmetro. Nele foram instalados 15 mil 'leds' que, durante o voo, projetarão desenhos e símbolos criados por Coffin. A obra pesa cerca de 800 quilos e foi transportada, a uma velocidade máxima de 190 km/h, por um helicóptero, ao qual foi presa por um cabo de aço com 50 metros de comprimento.



'Sem título (U.F.O.)' começou a ser montado na última segunda, no aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Coffin, que é representado pela Galeria Andrew Kreps, em Nova York, pela Emmanuel Perrotin, em Miami, e pela Herald Street, em Londres, mostrou sua obra mais detalhadamente em dois pontos da cidade: a Praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas, que serão sobrevoadas durante 20 e 15 minutos, respectivamente.



O projeto foi apresentado pela primeira vez em julho de 2008 na cidade de Gdansk, na Polônia. O artista foi convidado pela Open Art Projects a criar um trabalho para ser exibido num festival de artes na cidade, e causou espanto a cerca de 200 mil pessoas que assistiram ao sobrevoo. Para a apresentação em céu carioca, o OVNI ganhou mais iluminação.


* Matéria do Oglobo do dia 23/05

quinta-feira, 21 de maio de 2009

As fachadas enquanto tela - um pequeníssimo panorama

Esse post é dedicado aos grandes projetos de intervenção urbana que usam fachadas como suporte para seu material virtual.

Elegemos 3 trabalhos com propostas variadas e excelentes resultados, que esperamos servir a todos como inspiração.


Today Art Festival, La Haya – 2006
De Maxalot

No centro de La Haya, o magnífico ajuntamento branco do arquiteto Richard Meier funcionou como espaço de galeria pública quando dez dos melhores designers gráficos e ilustradores do mundo usaram as enormes superfícies brancas da estrutura como tela. Com uma tequinologia de projeção de ultima geração duas instalações que incorporavam alguns dos projetores mais potentes do mundo, iluminavam o edifício com as obras criadas especialmente para a ocasião e desenhadas para encaixar com os elementos do edifício e assim converter a praça central da cidade em um espaço de exposição durante as noites que durou o festival. A instalação projetava imagens de 32m x 32m. As imagens da fachada eram mudadas a cada 15 minutos, de forma que cada desenho era mostrado 4 vezes em dois dias. Para cada desenho foi criada uma imagem usando quatro potentes projetores Harware Xenon DHX de 7000w com objetivos Reichman de 220 MM, cada um com slides de 18cm x 18cm, projetados em ambos os lados do edifício

*Retirado do livro ENCUENTRO ENTRE ESPACIO Y ARTE



Rundle Latern, a esquina dos LEDs, Austrália - 2009

Esta ação foi criada a partir de 748 painéis iluminados por LEDs, cubrindo 9 andares do estacionamento da esquina da Rundle Street com a Pulteney Street, em Adelaide, Austrália.

Alimentados por energia solar, a instalação custou 2 milhões de dólares e acontece todos os dias de 20h a 00h exceto sextas e sábados quando acontece até as 2h. O design é assinado pela Fusion, agência de inovação.

*Retirado do blog da Elisava


Rundle Lantern Launch from Fusion on Vimeo.





Artists themes for iGoogle - 2008




Este projeto celebra o lançamento da novidade da Google, o artists themes for iGoogle (artistas que desenharam temas para personalizar o seu iGoogle). Na interseção entre a Litlle West 12th, a Ninth Avenue e a Gansevoort, A Obscura Digital, de São Francisco, foi responsável por projetar, nas fachadas dos prédios, imagens em movimento, do arquivo de artes da iGoogle, por três noites das 22h as 2h. As fachadas do St. Hotel Gansevoort, Pastis, Theory e Inn LW12 serviram como tela para os trabalhos de Jeff Koons, Michael Graves, Yves Behar e outros. Numa tenda da Google, erquida na Gansevoort Square, os passantes podiam brincar com as imagens da central de computadores. Os trabalhos incluídos no arquivo giram em torno da discussão de como cada artista vê as mudanças que a internet está causando na indústria.

*Adaptado do site thecoolhunter



segunda-feira, 18 de maio de 2009

Escada Animada da Louis Vuitton de Roma


Nos últimos anos a Louis Vuitton tem se destacado pelo seu esforço para incorporar uma arquitetura conceitual em cada uma de suas lojas, e para a nova loja de Roma, criaram, na entrada principal da loja, uma escada de tela de plasma que passa desde uma cascata de água até o padrão tradicional da Louis Vuitton.

O projeto foi desenhado pelo arquiteto Peter Marino.


outdoor interativo digital do MC'Donalds em Piccadilly Circus


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Em Piccadilly Circus, em Londres, o McDonald's tem um outdoor virtual que estimula tanto a interatividade quanto o "marketing de guerrilha".

Brincando com o desejo irresistivel do ser humano de fingir interagir com coisas que não estão realmente alí, o outdoor apresenta, de forma ramdomica, coisas como guarda chuvas, bolas quicando e bolhas de pensamento. Tudo isso esperando que algum passante mais animado resolva se posicionar de forma que sua cabeça ou braços encaixem perfeitamente com a imagem para tirar uma fotografia espontânea.



* Retirado do Site www.thetrendwatch.com

sábado, 16 de maio de 2009

Pink Plonk. Lembra da caixinha de música?



Pink Ponk é o título da instalação criada por Chris O’Shea (designer Inglês) para o evento Transvision, idealizado com parte de um programa que visa integrar novas formas de arte à coleção do renomado Victoria and Albert em Londres.

O Coletivo Onedotzero foi convidado para assumir a curadoria do evento, integrando uma série de artistas no projeto Transvision (uma excelente abordagem para integrar à passado e presente no mundo da arte).



Plink Plonk from Chris O'Shea on Vimeo.



Com o desafio de preencher o antigo salão de música do museu (Norfolk Music Hall), Chris O’Shea propôs uma brincadeira que, como nos antigos salões de música do século 18, reunisse as pessoas para compartilhar experiências musicais. A escolha pelo uso das antigas caixinhas de música como suporte de interação é o que dá o tom poético para a mensagem do artista.

Pink Plonc é uma proposta interativa e colaborativa que respondeu muito bem ao desafio proposto pelo museu inglês, criando um sutil elo entre as experiências do passado e os anseios de interação do mundo contemporâneo. Pink Plonc funcionaria muito bem em diversos outros locais do nosso cotidiano.